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SWU 2012 K.O.

16 abr

A gente sabe que é kaô, mas bem que podia ser verdade. Algum desocupado montou o line up do SWU 2012 e postou na internet. Lógico que a noticia correu, e a dúvida ainda paira no ar.
Como em 2010 e 2011, seriam 3 dias de puro deleite….

No 1º dia, nomes como Beastie Boys, Crypress Hill, Eminem, Jay-Z, WuTang Clan, UB40 e Coolio, no 2º dia, U2, Neil Young, Killers, No Doubt, Incubus, Muse, Paramore, Arcade Fire e Garbage, e no último dia, Black Sabbath, Soundgarden, Weezer, Korn, Rise Against e Dinosaur Jr.

Não tem como negar que o filho da puta que montou o line up fake mandou bem bagarai!

SWU e a noite 1993. Mas não pra Mike Patton.

15 nov

Mike Patton é o dono da bola em qualquer pelada. (Claudio Capucho/Fotoarena)

Depois de assistir a mais uma verdadeira aula de apresentação do Mike Patton, fica até difícil perder tempo falando das outras bandas.
Mas tudo bem, antes de falar desse VERDADEIRO artista, bora falar do que foi essa noite 1993 no SWU.
Qdo sintonizei no festival estava começando o show do Megadeth, e acontecia exatamente tudo como eu já esperava: músicas clássicas da banda intercaladas por algumas novas, Mustaine murmurando as melodias com voz de pato, o baterista fraco que continua na banda e o bis com “Holy Wars”. É isso. Se foi bom? Deve ter sido.
Pra mim é o ‘mais do mesmo’ a no mínimo 10 anos (já nem lembro qtos shows do Megadeth eu já vi), e esse é um dos motivos pelos quais não me emociono mais: a falta de novidade. De qualquer forma, tenho certeza que eles cumpriram o papel direitinho. Quem foi ao show, teve oq queria e saiu satisfeito.

Megadeth: show novo e muitas surpresas. Só que ao contrário

Seguindo com a noite 1993, lá veio então o Stone Temple Pilots (tô na ordem certa dos shows? Já nem lembro mais.. aff).
Como todas as bandas dessa noite, também fui um enorme fã do STP, uma excelente banda com um guitarrista de mão cheia e um irmão preciso no baixo. Os caras nem precisariam de um Scott Weiland de frontman. Mas que bom que ele está lá.
Pode-se dizer que o cara perdeu o fôlego, ok, mas continuo achando Scott um grande frontman de rock. Uma pitada de Jagger mais blasé, com estilo e seriedade.
Acho que a banda sai com uma nota bem ali na média. O suficiente pra passar de ano.

Scott Weiland em reunião de trabalho. (Claudio Capucho/Fotoarena)

Pisando fundo no acelerador, dentro do túnel do tempo, chegamos ao Alice in Chains. Banda que ouvi demais, demais e que nesse banquete da noite, me parece o prato mais requentado de todos.
Sem dúvida um show que deve ter sido maravilhoso pra quem não teve a oportunidade de ver a banda no ápice com o Laney Staley lá na frente. Mas pra quem viu, complica. Laney foi um cara que conseguia traduzir no palco as letras depressivas e o clima pra baixo das músicas. Sua morte deixou uma difícil tarefa: acreditar no que se ouve agora.
“Down in a Hole” , “We Die Young”, “Angry Chair”.. todas cantadas por um novo vocalista que na verdade está super feliz por ter arrumado esse grande emprego.

Não sei, mas pra mim algo não se encaixa e eu não consigo embarcar.
Apesar disso, curti o show e cantei as músicas. Afinal, quem não gosta de matar saudades?

Jerry Cantrell ficando careca me deu bad. (Claudio Capucho/Fotoarena)

Pronto! Podemos falar dele agora?
Como costumo dizer, o Mike Patton é o tipo do cara que não interessa onde vão colocá-lo, seja em um palco B (com o Mondo Cane no Rock in Rio) ou no palco principal, ele será sempre o dono da bola! De qualquer pelada.
Com a cabeça/parabólica sempre aberta, absorve tudo que esta à sua volta e traduz de maneira insana e caótica em apresentação. Bastou passar um tempo na Bahia pra que o palco do SWU se transformasse na casa do Pai Patton.
E o mais curioso foi perceber que mesmo o Faith No More sendo uma banda que parece se reunir apenas para ganhar uns trocados por aí (alô Los Hermanos e Planet Hemp), mesmo assim consegue mostrar uma apresentação mais interessante e diferente do que as outras bandas que possuem trabalhos recentes.
E isso deve-se à ele, que nunca se acomodou no caminho mais fácil. Poderia ter seguido 20 anos com o FNM, gravando infinitos discos iguais ao “The Real Thing” e ganhando milhões pelo mundo. Mas não. Já de cara fez questão de lançar um disco “torto” (Angel Dust), que fugia de tudo aquilo que parecia ser o mais óbvio.
Daí pra frente todo mundo já sabe: mais alguns discos, fim da banda e projetos infinitos nos mais variados segmentos da música.

É uma carreira tão digna que a gente nem esquenta a cabeça com essa de reativar o FNM pra ganhar uma grana alí em Paulínia.
Curte aí o show na íntegra!

Courtney Love acusada de não devolver jóias, vai morrer em $100.000!

22 out

Mais um grande exemplo de gente que envelhece dignamente, né? NOT.
A senhora do falecido Kurt (porra, Kurt!), parece não ter devolvido os brincos e colares que pegou na Jacob & Co, para usar no evento de caridade New Yorkers for Children Benefit.
Courtney alega que havia deixado as jóias separadas em uma mala e com ordens para que o staff do hotel a devolvesse à Jacob. Mala essa que nunca chegou.
Agora chora né? O juiz já bateu o martelo e decidiu que a lokona deve pagar o valor correspondente, mais de 100 mil dólares!
Ainda bem que o ex vendeu pouco disco, né?

Boa sorte pra vc que vai dia 13 de novembro ver esse xuxu no SWU.