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Corey Taylor detona Rick Rubin.

24 nov

Olha o baphão.
“Ele é superestimado, supervalorizado, e eu nunca vou trabalhar com ele de novo enquanto eu viver.” Tá bom pra vc, fia?
Foi com uma pedrada dessas que o vocalista do Slipknot concluiu sua resposta à pergunta sobre como havia sido a experiência de ter trabalhado com o badaladíssimo produtor Rick Rubin.
Se liga na detonada! (o vídeo dessa entrevista esta logo abaixo).

“Essa é uma pergunta muito, muito perigosa… agora, há pessoas que adorariam que eu simplesmente fosse politicamente correto e fazer média, o que seria, basicamente, dizer ‘Ah, sabe como é, trabalhar com Rick Rubin foi uma experiência muito enriquecedora. Ele é de fato um gênio… ’ deixa eu te bater a porra da real nessa. Rick Rubin aparecia 45 minutos por semana. Sim. Daí o Rick Rubin, durante esses 45 minutos, deitava num sofá, pedia pra colocarem ummicrofone perto da cara dele pra que ele não tivesse que se mexer. Eu juro por deus. E daí ele dizia, ‘Toca aí pra mim.’ O engenheiro tocava. E ele ficava de óculos escuros o tempo todo. Não tinha importância que não havia sol na sala – era tudo escuro. Você basicamente parece um otário a essa altura. E ele só ficava cofiando aquela barba enorme e comendo o quanto pudesse. E daí ele dizia, ‘Toca de novo.’ E daí ele mandava. ‘Para! Toca isso de novo.’

Ele tinha um assistente que tinha mais de dois metros. Ele tinha aquela doença que você não tem pêlos no corpo, então ele era careca. Ele parecia o primo neurótico do Mr. Clean. Mas ele basicamente administrava a vida de Rick Rubin – ele ficava em cima, em cima. Lá pela metade de nossos preciosos 45 minutos, ele trazia esse prato de bosta. Eu presumo que fosse comida. Era um verde azulado. Cheirava como se alguém tivesse mergulhado numa privada em algum canto. E ele comia isso tão rápido quanto fosse possível – e se sujava todo. E isso, quando você está trabalhando, é maravilhoso de se assistir… eu vou dizer: eu respeito o que Rick Rubin já fez, eu respeito o trabalho que ele fez no passado para chegar até onde ele está agora. Mas… e isso é um ‘mas’ do tamanho da bunda da Jennifer Lopez, mas eu vou mandar: o Rick Rubin de hoje é uma pálida, pálida sombra do Rick Rubin que ele já foi. Ele é superestimado, ele é supervalorizado, e eu nunca vou trabalhar como ele de novo enquanto eu viver.”

Olha aí o vídeo da resposta!

matéria original aqui.

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Menos, Slipk.. menos, vai…

29 set

Isso é sério? O Slipknot vai comemorar os dez anos do lançamento do “Iowa”?? Mas como assim? Por acaso esse disco foi tão espetacular pra se comemorar tão cedo?
E olha que nem o Metallica comemorou os 20 anos do Black Album, e nem o Red Hot fez festa pros 20 anos do Blood Sugar!
Desse jeito, aposto que ano que vem eles vão comemorar o aniversário de 1 ano da apresentação no Rock in Rio.

Os caras vão relançar o “Iowa”, mais um CD ao vivo de 2001 e mais um DVD com os vídeos do disco. ZZzzzzzzzz

link da matéria aqui.

E tem gente que ainda reclama deles! É muito amor, né?

26 set

Uma noite para lavar a alma de todos aqueles que clamavam por um pouco de Rock no Rock in Rio: Mais de duas horas de Metallica “descendo a marreta” com seus clássicos.

Vamos as minhas considerações da noite:

– Cheguei ao final do show do Coheed and.. sei la oq. Não conheço a banda e o pouco que vi não me agradou muito, mas como tenho um amigo chato pra caramba que adora eles, vou dar um confere depois com (pouca) paciência (alô, Thiago Catão!).

– Motorhead é aquilo né? Sempre a mesma coisa. Fiquei lá de longe batendo papo com os amigos. Desculpa ae, Lemmy.

– Aí chegou a vez dos palhaços (do mal). Infelizmente para os meus planos de “ver o metallica na primeira fila”, eu teria que, após insanamente batalhar meu caminho por dentro do público do Slipknot, praticamente assistir o show inteiro deles (dammit!). Realmente eles são assustadores, pq vou te contar.. assistir o show todo do Slipknot, espremido na grade ainda por cima, É OSSO! Ainda bem que eles usam aquelas máscaras incríveis. É o melhor do show.

– Então por volta de 1:30h, depois de 1 ano e 9 meses, lá estou eu de novo escutando aquela trilha maravilhosa do Ennio Morricone, do filme “The good, the bad and the ugly” (existe melhor maneira de abrir um show do que com uma bela trilha cinematográfica?). E o Metallica já entra logo com o pé na porta, “Creeping Death“. Isso sim é um título de música pesada! Pura poesia. Em seguida From whom the bell tolls“.. impressionante o ‘upgrade’ que o Trujillo deu `a banda. E Daí pra frente era só comemorar: “Fuel“, “Ride the lightning“, “Fade to black“… Era uma penca de cabeludos emocionados. E pra deixar todo mundo surpreso, os caras ainda metem “Orion“.. pô, assim o véio num guenta!
Mas aguentou.

E eu cheguei no bis já quase morto!
Mas deu tempo de reclamar: Não aguento esse bis exatamente igual ao que eles faziam nos anos 90. O refrão de “Seek and Destroy” então eu não tenho mais condição psicológica de repetir pelos próximos 20 anos!

Mas é isso..

Obrigado James por ser o verdadeiro Deus do Metal (essa frase é muito metal).
Obrigado Lars (que careca hein!) por ser o grande responsável por essa máquina chamada Metallica.
E valeu METALLICA por me rejuvenescer uns 20 anos, todo show!

PRA VER O SHOW NA ÍNTEGRA, CLICA AQUI.