R.I.P. Jon Lord

17 jul

 

Morreu ontem em Londres o maior tecladista da história do rock. Jon Lord, faleceu ontem de embolia pulmonar e já vinha lutando há um tempo contra um câncer no pancrêas. Jon fundou o Deep Purple com o baterista Ian Paice em 1968. No entanto a banda chegou ao seu auge entre 1969 e 1973 quando consolidou sua formacão clássica com Ian Gillan nos vocais, Roger Glover no baixo e Ritchie Blackmore na guitarra. Com esse time eles compuseram seus principais hits: Child In Time e claro Smoke In The Water e gravaram seus discos masis importantes: In Rock, Machine Head e Made In Japan criando a sonoridade da banda que devia muito aos timbres e solos do orgão Hammond de Jon Lord. Em 1974 com David Coverdale no vocal ainda gravaram o clássico Burn, depois disso a banda teve muitas trocas de músicos mas a química desandou. O Purple encerrou as atividades em 1976 mas voltou com a “formacão clássica” em 1984. Com as brigas o rodízio de músicos voltou também. Jon Lord só abandonou o barco em 2002 e o Deep Purple continua tocando até hoje em dia.

 

Clipe novo do Noel

20 jun

Foi lançado hoje o clipe novo do Noel, “Everybody is on the run”. Essa é uma das faixas que eu gosto do disco, e que funciona bem ao vivo (quem foi, sabe), principalmente na hora do belo arranjo de cordas em 3:52. \o/\o/\o/

E ainda tem a Mischa Barton correndo pela rua de calcinha e sutiã com estampa animal print .

Assiste ae:

Paul McCartney 70 Anos: A verdadeira história de Billy Shears

18 jun

Se ainda fosse vivo Paul McCartney faria hoje 70 anos. Mas como todos sabem, Paul faleceu em um acidente automobilístico em 1966, sendo substituido por um dos maiores gênios da história da música pop, Billy Shears.

Quando Paul morreu a beatlemania já não estava no auge, o rock estava ficando mais adulto, incorporando outros ritmos e estilos. Mas os Beatles vinham evoluindo junto, sendo influenciados pelas letras de Dylan e pelo rock psicodélico que dava seus primeiros passos. Foi quando caiu a bomba (a morte de Paul), com medo de perder a galinha dos ovos de ouro, Brian Epstein (empresário da banda) criou a farsa mais bem elaborada da indústria do entretenimento. Brian procurou o sósia mais parecido com Paul que pudesse achar e deu muita sorte, sua 1ª opção foi William Campbell, que tinha trabalhado como dublê de Paul em ‘Hard Day’s Night’. Quando soube que o escocês era tão fã dos Beatles que tinha uma banda cover, se despencou para Glasgow para assitir uma apresentação. E ficou impressionado, não só Billy Shears (nome artístico) era parecido com Paul como também imitava perfeitamente a voz e postura do Beatle no palco.

Billy Shears estava deixando seus companheiros de banda loucos com um perfeccionismo que não combinava com uma banda cover que só estava reunida pra ganhar uns trocados. Ele aceitou prontamente o convite de Brian e passou por uma série de cirurgias plásticas para ficar ainda mais parecido com seu ídolo.

No entanto quando começou a trabalhar com os Beatles as coisas não aconteceram exatamente como ele esperava. Profundamente abalados com a morte do amigo, os Beatles eram muito relutantes em continuar. Pra começar se recusavam a voltar a fazer shows (achavam que seriam desmacarados se tentassem), só aceitando trabalhar com Billy em estúdio. Além disso John e George estavam tão deprimidos que tinham dificuldade de compor e Brain se sentia tão culpado que se matou 2 anos depois.

Mas Billy não queria desperdiçar a grande chance de sua vida e não ia desistir depois de tanto sacrifício. Foi quando ele deu o maior golpe de estado da música pop. Mostrando um talento enorme não só como compositor como também uma visão brilhante de mercado que nem Brian nem os Beatles esperavam.

Se os beatles não queriam sair em turnê ele criou um álbum conceitual que sairia em turnê por eles. ‘Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band’ foi o primeiro álbum dos Beatles com mais músicas de “Paul McCartney” do que de John Lennon. George Harrison compôs apenas uma, sendo que nos dois discos anteriores ele tinha composto 3 em cada um. Até a famosa capa foi idéia dele.

Billy dominou o grupo a partir de então. Os outros Beatles tentaram retomar o comando na época do “Álbum Branco’ (tiveram várias brigas) mas era tarde demais. O talento e a disposição de Billy era grande demais pra eles, que estavam cansados dos anos de turnê e da pressão por compor hits, coisas pelas quais Billy não tinha passado. Os Beatles agora podiam fazer o que quisessem e se eles estavam perdidos ele sabia muito bem o que queria.

Mas tinha uma coisa que ainda faltava para ele, tocar com os Beatles ao vivo. Criou então o conceito do novo projeto deles ‘Get Back’. Um filme/disco onde os Beatles voltavam as raizes do rock e principalmente aos palcos. Mas com John e George ainda relutantes o projeto foi por água abaixo em meio a brigas e discussões. E a esperada turnê de retorno acabou virando um show improvisado no telhado da Apple.

Depois de um último disco, os Beatles finalmente se livraram de Billy. John que nunca o suportou exigia que os discos tivessem mensagens que desmascaravam a farsa, como detalhes nas capas por exemplo. Em ‘Sgt Peppers’ as flores formando o baixo de Paul e a foto da contracapa onde ele é o único de costas, Em Abbey Road o fusca com a inscrição  IF 28. Que quer dizer que teria 28 anos se estivesse vivo na época. Além de aparecer descalço (como os mortos eram enterrados na Inglaterra antigamente) com um cigarro na mão direita (ele era canhoto) e com o passo trocado em relação aos outros beatles.

John também deixou outras mensagens gravadas em discos como as gravações ao contrário de Revolution 9 (“turn me on dead man”) e do final de Sgt Peppers (“I buried Paul”). E as vezes cantando claramente (“He blew his mind out in a car”). Existem outras inúmeras provas que John se esforçou pra deixar (é só procurar na internet) mas essas são irrefutáveis.

Com o fim dos Beatles Billy se lançou em carreira solo, e gravou mais discos, fez mais shows e escreveu mais músicas do que todos os outros ex-beatles. Portanto feliz aniversário Billy Shears o Beatle mais talentoso de todos!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FESTIVAL CIRCO DIGITAL

18 jun

A terceira edição de festival discute arte, tecnologia e sustentabilidade com programação paralela à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20

Pelo terceiro ano, o Circo Voador apresentará o Festival Circo Digital (FCD). Entre os dias 21 e 24 de junho, a lona da lapa abrigará uma explosão de pixels em cores e criatividade. Nesta edição, além de trazer novidades em tecnologia e games, o festival traz uma programação musical arrojada com três equipes de sound system, DJs e bandas que trazem a cultura digital em sua essência. Durante o FCD, o Circo Voador lança, em parceira com a Futura Soluções Ambientais, uma campanha permanente de coleta seletiva de lixo eletrônico. Para estimular o descarte consciente, a entrada do FCD é uma peça eletrônica sem uso.

 

Programação:

#Exposições interativas:

Transcendência de ouro, Flávio Lazarino: A instalação nasce da reflexão sobre a cultura digital e a natureza. O artista apresenta um labirinto em espiral, onde o espectador vive sensações sonoras e visuais.

Time Shadow, Julio Lucio Martin: A vídeo-instalação interativa cria um diálogo entre ‘o dentro’ e ‘o fora’, numa tentativa de transpor o muro que separa o Circo Voador da Rua Mem de Sá. A obra cria duas perspectivas que transitam entre o passado e o presente, entre o dia e a noite. Colaboração: Quito.

Astro Frotas, Raul Smith: A instalação arquitetônica cria um ambiente imersivo através de um planetário. A obra demonstra a capacidade de imaginar ambientes inusitados e instigantes, a partir de processos digitais que surgem na interseção entre a arquitetura e a arte.

Encontros_Digitais: Bicicletorama, Super Urber: A instalação é um jogo que mistura a realidade com o virtual, utilizando a mecânica clássica do autorama, onde o jogo multiplayer é projetado no chão e a pista é definida por elementos sólidos reais.

Personal Ogam, Bernardo Marques: A projeção mapeada remete à prática dos sacerdotes de invocar energias pelo toque do atabaque. Nesta obra interativa, o espectador convoca e controla a sequência de mídias de acordo com o toque.

Dance Everywhere, César Baio: Essa instalação telemática abre a pista de dança do Circo Voador para o público na internet. Pessoas on-line podem participar da mesma festa e interagir com quem está na pista.

Passos Notáveis, Liliu: A instalação interativa transforma uma das escadas do Circo Voador em um grande teclado em espiral. Ao pisar nos degraus, o espectador ativa sensores que desencadeiam ações multimídia.

AbraSom, Trelles e Fernanda Gomes: Através de abraços, o público aciona diferentes elementos no ambiente; luzes, sons e versos.A instalação interativa faz parte do projeto Lua de Mel, que busca experimentações de linguagens dentro das artes visuais e da poesia. Colaboração: Cesar Baio e Poli Gomes.

# Projetos de arquitetura:
Vivendo Vila Mimosa – Cidade das Meninas, Guilherme Ripardo: Projeto desenvolvido para melhorar as condições de vida da população da Vila Mimosa. A criação de um novo bairro supriria a região com posto de saúde, creches, áreas de lazer, centros profissionalizantes e centro cultural.

Operação Barra Megamix, Studio-X e Estúdio Sangue Bom: As pranchas apresentam o trabalho desenvolvido pelo Estúdio Sangue Bom, da Escola de Arquitetura e Planejamento e Preservação da Universidade de Columbia, em sua quarta incursão pelo Rio. Nesta edição, os alunos exploram o espaço abandonado do parque Terra encantada.

# Programação Musical:

Quinta-feira, dia 21/06

Nuvem: Os encontros mágicos flanando pelo Rio, com sistema de som sobre bikes da Nuvem, pedalam até o Circo Voador para fazerem a abertura do Circo Digital. Unindo nossos corações, mentes, desejos e atitudes por uma vida mais livre a Nuvem vem ao Circo promover um temporal de alegria!

Chelpa Ferro: é um grupo multimídia composto pelos artistas Luiz Zerbini, Barrão e Sérgio Mekler. Reunido pela primeira vez em 1995, o Chelpa Ferro realiza um trabalho que mistura experiências com música eletrônica, esculturas e instalações tecnológicas em apresentações ao vivo e exposições. Ao longo da sua história, o grupo apresenta trabalhos em diversos formatos: objetos, instalações, vídeos, performances, apresentações de palco e discos.

Chelpa Ferro. Foto Divulgação.

Sexta-feira, dia 22/06:

Mateus Pinguim e Dubatak: uma a combinação única de reggae, dub, rub-a-dub, stepper e dancehall une produtores do Rio de Janeiro e São Paulo no sound system e selo Dubatak.
Formado em 2006 pelo engenheiro de som e cantor Mateus Pinguim e pelo produtor Jeff Boto, a equipe de som ganhou depois o reforço do produtor e selecta Prince Leo, um dos mais atuantes na cena reggae carioca.  Hoje, essa músicas são amplificadas por um potente sistema de som fabricado artesanalmente. Ao vivo, o Dubatak já dividiu o palco em eventos e festivais no Reino Unido, França, Holanda, Portugal, Espanha e no Brasil, onde já se apresentaram com nomes como Mungos Hi-Fi, Jahtari Sound, Rãs Bernardo e outros.

Digitaldubs: Com mais de 10 anos de estrada, o Digitaldubs é primeira equipe de som especializada em reggae e dub no Rio de Janeiro. Fundado por Marcus “MPC”, o coletivo é o principal representante da cultura sound system no Brasil e vem, cada vez mais, conquistando reconhecimento na cena internacional. Com quatro álbuns e vários singles em vinil lançados pelo próprio selo (Muzamba), o grupo também está no catálogo de renomadas gravadoras internacionais como ROIR, Soul Jazz, Universal Egg, Wordsound e Man Recording e vem recebendo diversas críticas positivas na imprensa mundo afora. Em 2008, ganharam o Prêmio Orilaxé da ONG Afroreggae. As colaborações do Digitaldubs incluem lendas vivas do reggae, como os jamaicanos Ranking Joe e Earl Sixteen e o inglês Brinsley Forde (ex-Aswad), além dos brasileiros B Negão, Black Alien, Mr. Catra e muitos outros.

Tomadub: Um dos ritmos mais aclamados da atualidade, o Dubstep ganha espaço no Circo Digital, representado pelo Tomadub, composto por Felipe Mello, Leandro “Peralta” Marques, e Fabio Rocha. O intuito do coletivo é de passar para suas músicas, todas verdades vividas e emoções sintetizadas em ignorantes graves desenhados e novos timbres absolutamente loucos! O Tomadub vem produzindo e representando como um dos principais coletivos de Dubstep do Brasil.

Sábado, 23/06

Wladimir Gasper: Pedro Bernardes, ou melhor, Wladimir Gasper, leva o tom do improviso aos locais onde toca, sempre na companhia de seu case, carregado de batidas eletrônicas e orgânicas livres, uma penca de multi-efeitos, sintetizadores e mais alguns outros brinquedos.  Já trabalhou com artistas como D2, Gabriel Pensador, Bebel Gilberto, Timbalada, Carlinhos Brown, Sergio Mendes, Marisa Monte, Mario Caldato, Seu Jorge, Beck, John Legend, entre outros. Experimentando o processo de criação em outras áreas projetou um berço-harpa, que foi selecionado para a feira de Design em Dubai 2012. Dirigiu o filme de apresentação da marca para-olimpica e criou a marca sonora para ela. Participou e criou a trilha para o filme de apresentação da marca olimpica RIO2016.

Tigre Dente de Sabre: fundado em 2009 com o ímpeto de fazer música a frente de seu tempo, o show do grupo de Bragança Paulista reúne novas tecnologias e música moderna em um mesmo espetáculo. Projeções na pele dos músicos, criam iluminação, vídeo mapping e referências múltipas de Vjing,. Difíceis de classificar, sites na internet definem o gênero musical da banda em “Rave Erudi†a”.

Apavoramento Sound System: coletivo digital carioca especializado em mixagem e scratch, criação de beats, edição de vídeos, motion graphs e vj. Entre suas investidas, constam direção de videoclipes para Marcelo D2 e Adriana Calcanhotto e em programas de TV como o Sex Shake, exibido pelo canal Multishow.

Vivi Seixas: apaixonada por House, Vivian Seixas especializou- se em suas vertentes como o funky-house, tech-house e o deep-house, sempre com muito groove e influências que passam por nomes como Mark Farina, Brett Johnson, Hector Moralez, Phill Weeks e Joey Youngman, seus favoritos. Ao longo de sua trajetória, Vivi diversas vezes encheu as pistas de alguns dos locais e eventos mais renomados do Brasil como D-Edge, Pacha, Privilege, 00, RMC , Tozen, De Puta Madre,Roxy, Disco Club, Manga Rosa e Chemical Music Festival. No exterior conquistou público e espaços com apresentações na Espanha (Ilha de Menorca), EUA (São Francisco) e Uruguai (Montevidéu). Um currículo que hoje a credencia como uma das melhores DJs de house do país e justifica o 3°Lugar na categoria “Melhor DJ Feminino de House”, do DJ Sound Awards, prêmio conferido pela revista especializada DJ Sound.

Domingo 24/06

Biltre: a banda Biltre nasce da junção da banda Caraminholas com o Laranja DUB, e da necessidade artística de seus integrantes, um grupo composto por quatro jovens músicos, de integrar novas influências ao cenário musical brasileiro. Em seu show, o grupo faz uso de equipamentos sonoros eletrônicos, tecnológicos, de iluminação, vídeo mapping e letras irreverentes e atuais, sua principal característica. Aliado a isto foi criada pela banda a BananoBike: bicicleta munida de aparato sonoro e eletrônico, que permite aos Biltres interferir com seu som em um território muito mais amplo, a Rua. Arthur Ferreira, Claudio Cerrano, Diogo Furieri e Vicente Coelho, formam a banda Biltre, que inaugura na cena alternativa carioca essa nova linguagem, divulgando composições de forma inovadora, e trazendo ao público uma performance musical diferente e popular. É esse formato de show que normalmente é feito na rua, que o BILTRE traz para o pátio do Circo em pleno domingo na Lapa.

Mahmundi: Mahmundi é o primeiro projeto de Marcela Vale – musicista e compositora do Rio de Janeiro. O EP é uma reunião de referencias ouvidas por Marcela ao longo dos últimos anos em que flerta com a musica eletrônica, mas tem a poesia reflexiva brasileira. Além das vozes, Marcela toca e produz em parceria com Lucas de Paiva e os baixos de Felipe Vellozo. Uma delícia sonora tipo licor dentro de bombom. Só que com resultados mais psicodélicos.

Mahmundi. Foto Divulgação.

Super Mário Bloco: Eis que no carnaval 2012, em plena quarta de cinzas, quando todos achavam que não havia mais fôlego para nada, esses caras apertaram o “continue” e assim surgiu um novo bloco em homenagem aos videogames que tem como grande inspiração a série de jogos mais famosa de todos os tempos. Pronto, surgia o Super Mário Bloco! E agora eles que foram uma das grandes revelações do carnaval, invadem o Circo com estrelinhas, cogumelos e caixas de interrogação.

DJ Lencinho: Quando seu planeta natal estava prestes a explodir, Lencinho foi enviado por seus pais em uma cápsula espacial para o planeta Terra. Apesar de nunca ter se adaptado ao seu planeta adotivo, disfarça sua condição de alienígena com trocadilhos infames e piadas de critério duvidoso. Atua como DJ pois tem dificuldade em se socializar com humanos em eventos sociais. Assim, atrás de um par de cd-j consegue manter ilesa sua identidade de visitante da galáxia.

Fonte: http://www.festivalcircodigital.com

 

 

Subiu o programa edição Metal! Só barbaridades!

16 jun

É infinita a capacidade de se falar besteiras e inverdades qdo o assunto é heavy-metal!
E desde qdo Scorpions é Metal??

Tarantino, Johnny Cash & James Brown

14 jun

Já está rolando na rede o trailer do novo filme de Quentin Tarantino: “Django Livre”. O filme só estréia em dezembro mas o trailer já deixa aquela ansiedade pra saber o que ele vai aprontar no ‘velho oeste’ depois de ter feito um filme absolutamente genial e original sobre a 2ª guerra mundial (“Bastardos Inglórios”).

Um dos destaques de todos os filmes de Tarantino são as trilhas sonoras, onde ele demonstra seu vasto conhecimento musical e bom gosto criando um casamento perfeito entre som e imagem. No trailer de Django ele dá mais uma amostra dessa qualidade com músicas de Johnny Cash (“Ain’t No Grave”) e James Brown (“The Payback”). Agora é esperar o filme e a trilha sonora.

 

 

 

A Volta de Fiona

11 jun

Depois de um longo descanso (o último album “Extraordinary Machine” é de 2005) Fiona Apple está de volta com um clipe muito doido rodado em Paris. A música “Every Single Night” já circula na rede desde o mês passado mas o clipe acabou de sair e o disco que vai ser lançado na semana que vem  promete! No mesmo dia em que lança o disco (19 de Junho) Fiona começa a nova turnê que torcemos pra chegar por aqui em algum momento. Mais uma vez o título de um disco seu é uma frase: “The Idler Wheel Is Wiser Than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do”. O título ainda é pequeno comparado com o nome do segundo album da cantora: “When The Pawn Hits The Conflicts He Thinks Like A King What He Knows Throws The Blows When He Goes To The Fight And He’ll Win The Whole Thing Fore He Enters The Ring There’s No Body To Batter When Your Mind is Your Might So When You Go Solo. You Hold Your Own Hand And Remember That Depth Is The Greatest Of Heights And If You Know Where You Stand. Then You’ll Know Where To Land And If You Fall It Won’t Matter, Cuz You Know That You’re Right” de 1999.